Olá pessoal!
É com muita alegria que eu venho informar vocês que o meu livro Memórias de um Reino já está a venda uhuuu \o/ rsrs
Está disponível pela loja virtual da editora, acesse e confira!
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19 fevereiro 2015
03 janeiro 2014
Não é nenhum bicho de sete cabeças, por mais incrível que pareça sou apenas eu mesmo.
- Memórias de um reino
É só que algumas memórias tem o poder de acabar com a gente por dentro. Porque não dá para voltar tudo que resta é lembrar.
- Memórias de um reino
22 outubro 2013
E quando a gente diz que já não se importa mais é mentira, pois quando é verdade apenas deixamos de nos importar sem nada precisar falar.
Alma de menina, coração de poeta
Os seres humanos não foram criados para andar sozinhos, se relacionar é preciso. No entanto é necessário aprender a conviver com momentos de solidão, precisamos ser uma boa companhia a nós mesmos. Pois se você não gosta de estar em sua própria companhia, quem vai gostar?
Alma de menina, coração de poeta
07 outubro 2013
Decidi ser livre pra ser quem sou
Não é que eu esteja diferente, nem tentando ser alguém que não sou, na verdade só estou tentando ser eu mesma.
Mas as pessoas nunca estão conformadas com quem somos e querem sempre nos transformar em algo "melhor", como se fossemos objetos, mas não nos permitem mostrar o melhor de nós, querem nos moldar às suas fôrmas estupidas.
Mas hoje eu decidi não me importar mais com os esteriótipos que a sociedade me impõe.
Eu decidi ser livre pra ser quem eu sou.
28 julho 2013
13 maio 2013
A vida e seus ciclos
A vida é constituída por ciclos,
existem tempos de inicia-los e também para termina-los.
Por vezes temos dificuldade em inicia-los, e quando estamos finalmente adaptados
chega o momento de encerra-los, talvez somente por algum tempo ou definitivamente.
Enfim precisamos viver tentando nos acostumar e outrora desacostumar.
Alma de menina, coração de poeta
27 março 2013
Aos amigos e parceiros do blog, é com imensa alegria que venho lhes dizer que finalmente finalizei a história de meu primeiro livro.
Estamos editando para que em breve seja publicado, e todos possam ter acesso a obra.
Meu muito obrigada a todos os leitores que acompanham os posts pelo blog e também pela página do facebook.
09 novembro 2012
Quando as motivações para qualquer tipo de luta são erradas, ainda que se obtenha uma ilusória visão do sucesso, essa luta na verdade já está fadada ao fracasso. Fala do Mago Zaion
16 outubro 2012
Alícia no bosque das sombras
“Muitos dias
se passaram aqui, e eu, na maioria das vezes, sou alguém confiante e
determinada. Mas hoje o dia está nublado, escuro e sombrio pra mim, e não digo
que seja pelo lugar onde estou, mas sim pela forma como me sinto.
Há muito tempo não me sentia assim, tão incapaz, tomada por
uma angústia tão profunda. Olho pra mim
e não consigo ver nada de útil para poder ajudar este povo, pois estes
acreditam que posso salva-los.
Estou a
entregar os pontos, não tenho mais forças, as adversidades estão ficando cada vez maiores. Tudo conspira contra mim. E
eu que nunca me importei de estar ou fazer algo sozinha, hoje me encontro em um
estado deplorável. Sinto a necessidade de ter alguém, qualquer ser vivo, para
estar ao meu lado ao menos para dizer que tudo dará certo. Mas não há ninguém,
somente eu, o vazio me consome.
Nunca detestei tanto a ideia de estar sozinha,
achei que eu fosse capaz, entretanto percebo o quanto sou fraca e frágil,
consequência disso é este sentimento que corre pelas minhas veias, como uma
espécie de veneno, uma raiva descabida por me sentir dependente de alguém ou
algo. Parece ironia do destino, eu sempre fui tão independente e segura, agora
estou a lamentar a solidão.
Parece clichê
essa coisa de ter de tirar uma lição de tudo àquilo que vivemos, mas talvez
isso só esteja acontecendo para me mostrar que mesmo com todo o sofrimento
vivido, como minha estadia naquela mansão com Mary, sendo tratada diariamente
como um nada, humilhada pelos colegas da escola, sem amor e carinho, tenha me
tornado alguém muito egoísta e egocêntrica.
Embora
confesso que achasse que as circunstancias pelas quais fui criada, teriam me
tornado uma pessoa melhor e digna de admiração, e talvez esse tenha sido o meu
maior erro, alias um grande equívoco. Eu me achei!
E essa
sensação me invade a alma, de olhar pra dentro de mim e não saber quem
realmente sou. E agora? O que eu faço com tudo isso que esta a me corroer por
dentro?
Afinal fui
trazida a este lugar com o propósito de libertar esse povo que outrora nem
sabia que pudesse existir. Lutar contra
inimigos dos quais nem posso ver. Isso tudo parece loucura, antes não, mas
agora soa como sendo bizarro, surreal. A princípio era tudo fantástico, mágico,
as criaturas, o reino de Sólis, a ideia de ser a princesa perdida que retorna á
sua terra para salvar o “mundo”, e blá, blá, blá. Parecia um conto de fadas,
como os que eu gostava de ler.
Mas agora
tudo mudou. Como poderei salva-los se não estou conseguindo salvar a mim mesma
do que sinto? Deparando-me com alguém que pensava que eu fosse e na verdade não
sou.
Não sou digna
da coroa de meu pai e nem desse reino tão nobre, pois acabo de descobrir que os
sentimentos existentes em mim não são nobres como eu achava que fossem. Já não
me reconheço mais, e isso faz com que eu me sinta a pior pessoa sobre face da
terra.
No entanto,
só me resta seguir em frente, já que retroceder neste caso não é uma opção. Vou
seguindo sem saber o que espera por mim daqui em diante, Por isso lanço ao
vento essas palavras de profunda consternação.”
Parte do Capítulo 3
Olhe para o céu,
veja, é possível ver algumas estrelas brilhando. Disse Alícia.
−Tem muita neblina no céu, só vejo a lua. Como é possível estar conseguindo ver as estrelas? Perguntou Darry.
Ela respondeu sorrindo: “olhe bem, veja
quantos pontos de luz cintilantes estão a brilhar. E a lua, ah! Essa me encanta. Nada pode
ser mais lindo do que uma noite fria de lua cheia. O céu nublado me cala e me
inspira na mesma proporção.”
Ficaram alguns
minutos em silêncio, olhando para o céu, quando Alícia se dá conta de que Darry
a olha fixamente, parece que tentando decifrá-la.
− O que foi? Por que está me olhando
assim? Indagou a menina.
− É que agora posso ver as estrelas,
doce princesa. Respondeu Darry.
− É mesmo? Mostre-me as constelações que está vendo então. Disse
Alícia.
− As vejo bem aqui, dentro dos seus
olhos. Respondeu Darry, apontando para o rosto de Alícia.
A menina ficou
corada, desviou o olhar, e sorriu constrangida, continuaram ali, em silêncio, quase durante uma hora e nenhuma palavra fora mencionada naqueles instantes.
A única coisa que sabiam, era que algo havia mudado dentro deles naquele
momento, um sentimento estranho e ao mesmo tempo lindo, embora nenhum deles
estivesse entedendo o que realmente se passava dentro de seus corações.
Alma de menina, coração de poeta
O texto foi escrito por mim e é proibido seu uso ou cópia
integral, ou de fragmentos, sem a autorização da autora. O mesmo vale
para todo e qualquer conteúdo deste blog que seja de minha autoria. Sua
cópia ou uso sem autorização é qualificado como plágio, sendo
configurado como crime previsto no Código Penal. O infrator está
sujeito as punições previstas no Art. 184 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40.
Memórias de um reino - Trecho cap 2
Assim como todo ser humano, Alícia também tinha seu refúgio. Os livros sempre fizeram parte de sua vida, desde a infância, pois ali encontrava um mundo só seu, mergulhando em cada página. Tudo o que ela queria era poder ser como um dos personagens dos livros que lia, pensava que essa poderia ser única chance de ter um final feliz.
Alma de Menina, coração de poeta
O texto foi escrito por mim e é proibido seu uso ou cópia
integral, ou de fragmentos, sem a autorização da autora. O mesmo vale
para todo e qualquer conteúdo deste blog que seja de minha autoria. Sua
cópia ou uso sem autorização é qualificado como plágio, sendo
configurado como crime previsto no Código Penal. O infrator está
sujeito as punições previstas no Art. 184 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40.






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