Queremos ser diferentes mas nos deixamos vencer aos padrões impostos pela sociedade.
Reclamamos o direito de liberdade mas vivemos fazendo pontes que nos levam e nos prendem ao passado.
Fazemos o seguinte discurso: Seja você mesmo, mas no fundo queremos ser iguais a outras pessoas bem sucedidas.
Reclamamos de falsidade mas falamos de alguém que não está presente.
Dizemos que estamos inconformados com o "andamento" do país mas temos preguiça de acordar e cedo e reclamamos da segunda-feira.
A conclusão de tudo é que vivemos em um mundo onde todos exigem coerência mas não querem ser coesos. Dizemos que lutamos contra a mentira mas não queremos um compromisso com a verdade.
Alma de menina, coração de poeta




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